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O que a imprensa não fala de Jair Bolsonaro

Atualizado: Abr 30

"Jair Messias Bolsonaro é um capitão reformado, político e atual presidente do Brasil", é o que fala a Wikipédia. Mesmo breve e simplista, a definição já consegue resumir o superficial conhecimento que a maioria dos brasileiros realmente têm do homem. Uma das causas desse fenômeno é, como você já deve saber, a corrupta imprensa nacional, que, generalizando e distorcendo a imagem do presidente diariamente, acaba alimentando tal ciclo vicioso de desinformação acima do governo. E é nesse pretexto que, inaugurando o Blog Senso Crítico, venho aqui hoje para "restabelecer a verdade" sobre Jair Bolsonaro. Como diria o ditado popular, "vamos começar do início"...

Das Agulhas Negras à eleição presidencial


Nascido em Campinas, em 21 de março de 1955, Bolsonaro formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), com especialização em paraquedismo. Durante a década seguinte, prestou serviços a vários Grupos de Artilharia de Campanha (GAC), quando acabou sendo preso por 15 dias por reivindicar salários mais justos aos cadetes da época, resultando em diversas manifestações de apoio dos mesmos ao longo do Brasil. O capitão, absolvido 2 anos depois do caso, ingressou na política quase que por acaso, pois “calhou de ser a única opção que possuía no momento para evitar que fosse perseguido por seus superiores”, diz seu filho Flávio.


Após um breve mandato como vereador do Rio de Janeiro (de 1989 a 90), Bolsonaro foi eleito sete vezes seguidas para deputado federal, sendo titular da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Cercado de esquerdistas hipócritas e “discriminado” por sua diretriz direitista e patriota, Jair acabou isolado dos colegas corruptos na Câmara dos Deputados e, por conta disso, aprovou pouquíssimos projetos de lei.

Durante seus 27 anos na Câmara, o capitão sempre foi visto como uma figura “polêmica” na linguagem da mídia, o que pode ser traduzido como “autêntico” e “sincero” para a linguagem coloquial. O principal caso, acontecido em 2003, foi a discussão entre Bolsonaro e a também deputada Maria do Rosário, na qual esta defendia o assassino e estuprador “Champinha” com a velha desculpa do mesmo ser “apenas um adolescente que não sabia o que estava fazendo”. A situação só foi se resolver na Justiça, em 2019, quando o presidente teve que pagar uma indenização de R$ 10 mil e postar um pedido de desculpas para a “defensora dos direitos humanos”. Bolsonaro se excedeu no calor do momento, como já sabemos ser de sua personalidade, mas mais uma vez mostrou seu caráter ético e defensor da população.

Contudo, foi só em agosto de 2018 que Bolsonaro oficializou sua candidatura à Presidência da República, com o brilhante general da reserva Hamilton Mourão como vice. Como todos sabemos, foi vítima de uma tentativa de homicídio do canalha e pau-mandado da esquerda Adélio Bispo no mês seguinte, em Juiz de Fora (MG). Após a sobrevivência do capitão ser confirmada, o crime só resultou em um aumento da popularidade de Bolsonaro na reta final para a eleição, sustentado pela parcela então indecisa no voto que percebeu a mediocridade e a “conduta democrática” dos petistas e seus aliados na tentativa desesperada de se manterem no poder. Nos meses seguintes, foram anunciados profissionais fortemente capacitados para os ministérios do eventual governo, casos como o de Paulo Guedes e Marcos Pontes.

Com isso, a vontade do povo veio nas urnas, e o resto é só história… ou melhor, vitória.

Presidência da República


Ao longo de 2019, o Governo Bolsonaro, em contraste com a narrativa destrutiva da imprensa nacional passada à população, realizou grandes avanços para um Brasil economica e socialmente desenvolvido. Não é surpresa: pela primeira vez no século, um presidente nomeou ministros baseados em suas capacidades, e não por interesses pessoais.

Na economia, foram aprovadas medidas em prol do liberalismo econômico e da desburocratização do setor, sendo as mesmas muito bem recebidas pelo mercado e investidores. A MP da Liberdade Econômica, a lei criadora da Empresa Simples de Crédito, o Plano Mais Brasil e a Reforma da Previdência deram ânimo a um país cansado das sucessivas crises econômicas do governo petista. O Ibovespa, por exemplo, principal indicador de desempenho das maiores empresas do país, subiu mais de 26% no ano.

Na educação, o brilhante professor Abraham Weintraub foi capaz de “enrijecer” as políticas universitárias ao congelar a farta mortadela às mesmas até o final do 3º trimestre. Além disso, o MEC apresentou um projeto de financiamento privado às universidades e criou a carteira estudantil digital.

Na agricultura, deixando um gostinho amargo à esquerda que prefere a “pureza” dos alimentos ante a erradicação da fome, Tereza Cristina aprovou a utilização de centenas de insumos agrícolas (erroneamente chamados de “agrotóxicos” pela alarmista imprensa tupiniquim) em território nacional.

Já na Segurança Pública, o ótimo trabalho da pasta, em contraste com os 13 anos de estímulo ao crime organizado e ao tráfico de drogas pelos petistas, resultou em uma queda de 19% dos assassinatos no país no primeiro ano de governo, de acordo com dados oficiais dos estados e do DF, sendo a maior queda anual e o menor número (41.635) na série histórica.

Vale lembrar outras conquistas também: a flexibilização da posse de armas, mudanças na Lei Maria da Penha em favor da mulher, estímulos para o investimento privado em infraestrutura (através do programa Pró-Infra) e construção de relações exteriores extremamente benéficas para parcerias comerciais (casos de Trump e dos israelenses).

COVID-19


Tem sido o teste de fogo de Bolsonaro. Apesar de, como sempre, escapar algumas besteiras em seus discursos (é o preço que se paga pela autenticidade), o presidente está mostrando como lida com a gestão em momentos de crise: através do realismo e da ética.

Seria muito fácil se entregar ao alarmismo global e “mandar fechar tudo”. Concordar com o isolamento total e entregar as responsabilidades aos seus subordinados alimentaria o populismo de Bolsonaro e agradaria a imprensa parcial. Não é à toa que oportunistas como Doria e Maia cederam à tal hipocrisia.

Mas deixa eu te falar uma coisa: ele não se importa com isso. Já disse abertamente e já provou em sua postura que nada mais lhe interessa senão “entregar seu país melhor do que recebeu”.

Quando o queridinho da imprensa Henrique Mandetta se encantou com os holofotes da mesma e passou a defender posturas irracionais, Bolsonaro agiu de acordo com seus princípios. Enquanto os “coitados” dos atores da Globo pedem para que você fique em casa, Bolsonaro defende o isolamento vertical porque sabe da dificuldade financeira que a população passa.

Mais uma vez, e sem surpresa, a mídia canalha massacrou o presidente após o pedido de demissão de Sérgio Moro, sem nem mesmo ouvir os dois lados da história. Mas isso é assunto de outro post…

Conclusão


Jair Bolsonaro lutou contra o sistema. Sei que soa muito clichê, mas não dá para dizer algo diferente de um homem que, há 30 anos, enfrenta a corrupção com unhas e dentes e conserva seus valores próprios em oposição à esquerda demagoga e a imprensa influente. Ele comete erros? Lógico, como qualquer um de nós. Mas não é porque seu amigo te diz algo que te chateie de vez em quando que vocês deixarão de ser amigos. No final, o que importa é o que ele faz, e não que ele fala.


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